Maminhas e música revolucionária

Porque se tem andado a falar de revolução iminente e até de uma que já está a acontecer, sugiro também um apontamento musical para inspirar as mentes vanguardistas dos nossos tempos.

Olhai para o que a TV Globo fez em 1992, qual SIC-Bilderberg a passar documentários anti-capitalistas, e aprendei a ilustrar música de intervenção de maneira, diria… Cativante… Erótica… E libertadora!

Sugiro mesmo que, no futuro, se diversifiquem as zonas erógenas a mostrar ao comunicar a revolução – até porque maminhas como estas são bem boas mas já as temos visto desde a revolução francesa. Por isso, sugiro que se diversifiquem também os géneros das pessoas e os tons de pele e os tamanhos e feitios, já agora… Se é para isto entrar no PREC de novo, que desta vez se libertem os corpos, a sensualidade e o amor, caso contrário não será a minha revolução!

“Quem é rico mora na praia mas quem trabalha nem tem onde morar
Quem não chora dorme com fome mas quem tem nome joga prata no ar
O tempo duro no ambiente, o tempo escuro na memória, o tempo é quente

E o dragão é voraz….
Vamos embora de repente, vamos embora sem demora,
Vamos pra frente que pra trás não dá mais
Pra ser feliz num lugar pra sorrir e cantar tanta coisa a gente inventa, mas no dia que a poesia se arrebenta

É que as pedras vão cantar” | Fagner – Pedras Que Cantam

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