O meu primeiro artigo no P3 do Público

Viva! Já criámos as leis anti-praxe!

Percebi que queria estar na universidade para aprender a aprofundar a democracia e não para propagar métodos e ideologias fascistas

Fui praxado em três universidades: Aveiro, Porto e Coimbra. E praxei uma vez, mas acabei por sabotar essa praxe porque uma “veterana” — superior hierárquica por ser mais burra (tinha reprovado várias vezes) — transformou a brincadeira inócua que tínhamos planeado numa parada proto-fascista. Nela, os caloiros não se podiam olhar nos olhos, quanto mais conversar. Incitei-os a rebelar-se e resultou. A praxe terminou ali.

(continuar a ler neste link)

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