Director do Refúgio Aboim Ascenção prefere crianças institucionalizadas do que adoptadas

Luís Vilas-Boas, director do Refúgio Aboim Ascenção, não gosta que as “suas” crianças sejam adoptadas: prefere antes mantê-las institucionalizadas, vendo cair o dinheiro que o Estado lhe dá para gerir a instituição, em detrimento do bem-estar delas.

Em 2004-02-18, ao Público, dizia «ser preferível uma criança passar toda a vida numa instituição ou em famílias de acolhimento “à infelicidade de ser educada por homossexuais”. Para o psicólogo clínico e director do Refúgio Aboim Ascensão, de Faro, uma criança “não deve nunca ser adoptada por homossexuais” porque tal iria interferir com a sua “sexualidade natural”, além de que “ser lésbica não é ser mulher na plenitude natural do termo”»

Para quem tivesse esperança que, com o tempo, a sua mentalidade homofóbica evoluísse no sentido do resto da sociedade, eis que em 2013-05-17 regurgita à TVI: “Se uma criança for co-adoptada por homossexuais, aos 6 anos não tem capacidade de saber o que é um homem e uma mulher.”

A idoneidade desta pessoa não lhe devia dar direito sequer a gerir um canil, quanto mais um refúgio para crianças em risco.

Imagino que esta pessoa, psicólogo de formação, já não leia um estudo científico há muito anos, por isso, aqui vai uma sugestão entre muitas: Adoptive Gay Father Families: Parent–Child Relationships and Children’s Psychological Adjustment

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